Como todo suposta explanação imparcial, cientificista, devemos expor os objetos e os meios de estudo da forma mais clara possível. Bem, para darmos continuidade ao nosso estudo diário, faz-se necessário expor o nosso objeto de estudo de todos os ângulos possíveis. Então, eis o ser por si mesmo: "Apenas um exemplar de um tempo caduco e inexpressivo, virgem de conceitos e, ao mesmo tempo, prostituído por todos, com todos os objetivos e sem objetivo nenhum. Sou o que me define como ser humano e, simultaneamente, sou nada e não tenho a mínima ideia do que isso seja. Logo, não sei. Mas, me diga: QUEM SABE? Eu sou de ninguém, possuo apenas a certeza do nada, não dependo de mim nem dos outros. Livre sou, da mesma forma que todos os homens. Crio-me e suicido-me todos os dias, descuido-me e descuido dos outros... Não sigo regras além do meu existir. Sou assim e assim não continuarei a ser: nunca permanecerei a mesma de ontem, a mesma de amanhã ou aquela do passado... Aprendo, d...