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Mostrando postagens de 2010

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Aos deuses com os lugares comuns das procuras inúteis!!!!!!!!!!!!! Passa dia.... passa!!!!!!

Inutilidade Vital!

- cigarros e política... cigarros, política, baixaria e bebidas. - pois não? - E classic rock! Prometes-me isso que arranco o blazé do dia paulistano de verão - maldito verão - e vou contigo aos bares da noite que nada prometem, nada curam e só devotam o que há de nulo em mim. NULO, NULO e NULO AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!! Que tédio de vida... - Nossa! Você está tão poética. Lindo! - A inutilidade da vida humana e a desgraça sempre foram a obra prima dos desocupados 'captalista-intelectualmente' que volvem à poética de vermes. Poética dos vermes! Gostei!Subproduto da falha lacunar: Poética dos vermes, aos vermes e para os vermes. Pseudos, reuni-vos! Aos vermes declararei minha angustia paulistana de verão. - Ok! Eu, hoje, (pragmaticamente) pretendo beber cervejae ouvir música brasileira sem política, sem cigarro e sem nenhum tipo de conceitualização do ego do mundo ou do tempo. Topas? - nunca! Isso é realmente inexistente em meu mundo... - why? - Não há mundo sem polític...

O enterro de Cassandra.

Apenas um caixão, algumas flores e o silêncio. Sua carne exposta, outrora colorida por dores cotidianas, jaz branca e inerte. Sua expressão de dor e angústia continuava alí: marcada nos próprios ossos que estruturavam seu lindo e atormentado rosto. Seus olhos continuavam semicerrados, como se, no último esforço de vida, fizesse força ainda para olhar a desgraça que deixava no mundo ao partir, como se quisesse ir vendo tudo o que largava, só para ter certeza que não deixava nada de bom, nada de puro, nada saudoso, nada que a fizesse ficar, nada... Apenas um mundo de carne, de seres inúteis, de vidas vazias. Falhas, lacunas e carne. Se alguém ali chorava por ela? Não, nenhuma lágrima foi derramada por Cassandra. Nenhuma palavra foi dita.

A última vez.

A última vez que te vi, no café, anos atrás, com cigarros e um ideal partido... Eram anos de liberdade; Eram anos de igualdade; Eram anos de rebeldia. A última vez que te vi, Ali, sentado entre rebeldes domados, cabisbaixo com o sabor das desilusões, com cigarros e olhos lacrimejantes... Eram tempos de liberdade; eram tempos de igualdade; eram anos de sonhos jovens. Mas tua subversão não coube na conhecida canção de burgos palácios. Calada tua voz em rubro peito! Quebrada tua língua por capitais desejos! Eram anos de liberdade, Velada! Eram anos de igualdade, Roubada! Eram anos de sonhos mortos, De jovens de rubros peitos... A última vez que te vi, ainda falavas de Ernesto... Entre rebeldes farrapos, Entre suspiros contidos. A última vez que te vi, no café, ali! Cabisbaixo... Ainda falavas de Ernesto. Em teu peito perfurado por metálico coração, calaram-se tua rebeldia e minha paixão. Foi ali! Por Ernesto... Rubro teu peito, espelhos teus olhos sem luz. "Vem! Traze teus...

O espelho do reflexo invertido: e por fim, Theos saiu do armário! E não foi o fim do mundo...

E assim fez-se Theos!  Aclamado em momentos felizes de desesperos alheios. Veja bem, felizes aos seus ouvidos malditos pela razão seicentista.  Theos é grande em grandes desastres, é herói em cruzes sangrentas, é sangue em turbantes solares... Theos foi altares de flores, túmulo de gozos. Theos foi fruto, flor e folha. Theos é riqueza e luxúria.  Theos na rua, no pé do moleque em campo esverdeado ou de areia - esperança de um Theos maior e mais mundano.   Hoje Theos em sua multidão de seres, já não é! Hoje Theos não é, ele vive em questionamentos interiores de outros, sem vida própria. Sua voz substituída por intérpretes mudos e sua obra des-obrada por recriadores menores.   Theos não existe em si. Sua auto-análise não conclui em nada, pois não há nada a ser analisado. Sua vida é inexistente e imaterial! Seu sangue foi drenado por crentes descrentes...  E assim, sem sangue e carne, sua vida evaporava... Só em alguns escassos momentos, quando algum...

O espelho do reflexo invertido: uma página perdida de Cassandra.

" Minha história começa do nada e ao nada ela retorna. Não há formas viventes. Não há finais felizes. Não há sentimentos ou sentimentalidades: não há amor, ódio, amigos, inimigos ou outras tolices piegas... O que há então? A certeza absoluta do nada e a incerteza arrebatadora das palavras ditas. Há pontos de vistas diferentes. Há destino e partidas - vários caminhos para ir ao mesmo: Thanatos. Na minha vida não há sintagmas cristalizados lacunados, sem sentido algum, como AMor e Morte. Eles são a droga do humano, vício mal-dito alimentado por séculos por sua fraqueza. Eles são a necessitade vital do homem de fuga do verdadeiro Caos que comanda a inútil e devastadora vida humana. QUem vê nestas palavras a boca amarga de um ser biliático, vê a verdade! Minha boca está amarga pelas palavras nunca escutadas que guardam a ruína dos mortais. Poupá-los é inútil. Seu fim é único e imutável. As mesmas palavras que constróem realidades imortais, as destróem. Sou sim amarga e invejosa. Sou i...

O espelho do reflexo invertido: Jornal da Manhã - Estadão de Sophia.

JORNAL DA MANHÃ - ESTADÃO DE SOPHIA. CAOS SE DISSOLVE EM BRASÍLIA E LEVA PRESIDENTE A DECLARAR ESTADO DE SUBLIMAÇÃO NACIONAL. Sophia continuava a abundar leite de cabra em boca de cobra - macunaimando uma existência árida e verdejante em frutos monetários. O mundo ao seu redor continuava alheio às notícias de seu país interior - síndrome macabéica disseminada entre a população mundial por um espirro de Sophia. Motivo do espirro: pó de pirlimpimpim lançado em um atentado contra o prédio da realidade banal. Enquanto Sophia procurava seu anti-alérgico em sua 'Pandora-Box', seu pequeno pacote de esperança caiu e rolou terra à baixo pelo bueiro. Navegando em terras brasilis, este famigerado pacote de esperança enroscado em azulado bico de arara rasgou e seu conteúdo, em contato com ares mais quentes, sofreu uma reação fatal que resultou na formação do Caos Sublime. Por um cuidado especial dos deuses católicos-pagãos, em especial o deus Dollar Corinthiano de todos os Santos, o Caos...

Teoria do dia

Desafortunança!!!! Desafortunança!!!! desafortunança!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!1111 Infortúnios do facebook em retratos inválidos do dia-a-dia.... "vai indo, que eu não vou" - macaquices espúrias.