Entre o caos do meu mundo Acolhe-me, Mnemosine, Leva-me à revivência da pele... Ao arrepio do toque... Leves lábios Que calam, mas no contato do corpo Revelaram desejos Destruíram muros Escancararam medos... Mãos e laços outros, ferramentas de minha vulnerabilidade, à tona, sem máscaras. E ainda assim... Dores evitáveis vividas. Mnemosine...
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